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Mestranda do IIN-ELS toma posse como professora do IFRN

26/01/201817:19

Em 26 de janeiro, a aluna do mestrado em Neuroengenharia do Instituto Internacional de Neurociências Edmond e Lily Safra (IIN-ELS), Camille Reátegui, tomou posse como professora efetiva do ensino básico, técnico e tecnológico do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN). A mestranda do IIN-ELS, dará aula no curso técnico de equipamentos biomédicos do IFRN. Camille é engenheira de controle e automação pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás e especialista em engenharia clínica pela Universidade de Estudos Administrativos, de Minas Gerais. Ela cursa o mestrado em Neuroengenharia do IIN-ELS desde 2016, com previsão de defesa da dissertação até o início do segundo semestre de 2018.

A nova servidora do IFRN considera que a carreira acadêmica tende a direcionar naturalmente para o ensino: “o mestrado amadurece a pessoa não apenas no sentido científico, mas também no humano. E descobrimos tantas coisas, tanta possibilidade de transformação, que há a necessidade de passar isso adiante na forma de educação, não somente de conteúdo técnico. Então eu acho que o mestrado em Neuroengenharia do IIN-ELS me deu essa maturidade e essa visão, na certeza de que eu quero ser pesquisadora e também educadora por meio daquilo que eu pesquiso”, explica Camille.

Camille em testes na prótese feita em impressora 3D

Interface Cérebro-Máquina para pacientes amputados

 

A futura mestra desenvolve um projeto, ainda em fase de protótipo, com utilização de método da Interface Cérebro-Máquina (ICM) para acionar uma prótese de membro superior feita em impressora 3D e que pode ser usada por pacientes com amputação dos membros superiores. Camille enxerga nisso uma oportunidade de conseguir baratear esse tipo de tecnologia: “Isso não significa que ao final do meu mestrado eu vou conseguir entregar um produto finalizado e pronto para ir ao usuário, mas como pesquisa, esse certamente é um primeiro passo desse tipo de ICM que estamos testando”, afirma a mestranda. A partir disso ela diz ser possível observar se o dispositivo é capaz de responder, em tempo real, às necessidades do usuário de abrir e fechar a mão, segurar um objeto e retê-lo, por exemplo.

Texto e fotos: Ariane Mondo / Ascom – ISD

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