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IIN-ELS presente na I Jornada de Engenharia Biomédica (RS)

01/09/201716:52

No dia 23 de agosto, Fabrício Brasil, pesquisador do Instituto Internacional de Neurociências Edmond e Lily Safra (IIN-ELS) participou da I Jornada de Engenharia Biomédica, na Univates, em Lajeado-RS. A partir de 2018, essa Universidade passa a oferecer o curso de Engenharia Biomédica e o evento foi um espaço de discussões entre pesquisadores e interessados nessa área, que alia estudos de saúde e de tecnologia.

Na ocasião, o pesquisador falou sobre a Neuroengenharia aplicada à reabilitação: “eu apresentei as linhas de pesquisa do IIN-ELS e projetos que envolvem Interface Cérebro-Máquina (ICM) e neuromodulação, destacando nossos estudos em fase de pesquisa que envolvem estimulação cerebral e medular para tratamento da doença de Parkinson, desenvolvimento de ICM para treinamento do membro superior, projeto Sophia, além de ICM destinada a controle de próteses para amputados”, explicou ele.

No laboratório de anatomina da Univates. Da esquerda para a direita: Fabrício Brasil, Ricson Rocha de Souza (Univates), Betina (Univates), Cristian Pohl Meinhardt (Univates), Alfredo Ruben Corniali (Confea Bahia), Luiz Fernando Rodrigues Júnior (Unifra).

Fabrício, que é coordenador do Programa de Pós-Graduação do IIN-ELS, enfatizou que a área de Neuroengenharia tem trazido muita atenção no campo de pesquisa da Engenharia Biomédica, o que em sua opinião desperta interesse não somente de alunos, mas também da indústria e do fomento na área de saúde, podendo gerar avanços econômicos no longo prazo: “Nosso mestrado em Neuroengenharia, oferecido em Macaíba-RN, tem despertado interesse de alunos com as mais diversas formações, que de forma conjunta contribuem, cada um com sua expertise, para a resolução de problemas complexos. Dentre alguns estudos que podemos citar na área de pesquisa em reabilitação, destaco os que envolvem prototipagem 3D para a construção de próteses e órteses, ambas acionadas por uma Interface Cérebro-Máquina (ICM) não invasiva, sensores vestíveis para Interface Homem-Máquina, realidade virtual imersiva e cinemática com eletromiografia. São pesquisas que podem parecer um pouco distantes, mas em realidade são parte da vivência cotidiana dos nossos alunos no período do curso e que podem trazer boas perspectivas na área de reabilitação”, afirma o pesquisador.

Texto: Ariane Mondo / Ascom – ISD

Fotos: Acervo

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